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Sinais de bom envelhecimento: rir mais e fortalecer laços com a idade

Dois homens idosos sorridentes a conversar num café, com um livro aberto à sua frente.

Muitas pessoas têm medo de envelhecer - mas há quem, com os anos, floresça discretamente sem se aperceber.

É possível que faça parte desse grupo. Não por ficar sem rugas ou por agir como se tivesse 20 anos, mas porque a sua vida interior se torna mais estável, serena e plena. Investigação em psicologia e neurociência indica que o bom envelhecimento depende muito da atitude, das relações e de sinais do quotidiano que, muitas vezes, nos passam ao lado.

O que a psicologia e a neurociência sugerem sobre envelhecer bem

Os estudos apontam para factores simples, mas decisivos: a forma como lida com o stress, a qualidade dos vínculos e os pequenos indicadores diários de equilíbrio emocional. Quando estes pilares estão presentes, a experiência de envelhecer tende a ser mais positiva - mesmo que não seja algo que note de imediato.

Rir mais: quando a serenidade se torna audível

A ideia do adulto mais velho sempre sério e resmungão continua muito enraizada. No entanto, em muitas pessoas acontece precisamente o contrário: riem mais. Riem de si próprias, de pequenos percalços e de situações que, noutros tempos, as teriam deixado completamente desorientadas.

Rir com regularidade não é apenas um pormenor simpático. O conhecido estudo de Harvard sobre o desenvolvimento adulto mostra que quem mantém relações estáveis e sabe gerir melhor o stress tende a viver, a longo prazo, com mais felicidade e melhor saúde. Quando ri, deixa de encarar a vida e a sua própria pessoa com tanta gravidade - um sinal claro de maturidade interior.

"Se hoje ri mais vezes do que aos 25, é muito provável que esteja a envelhecer por dentro na direcção certa."

Menos contactos, laços mais profundos

Aos 20 anos, algumas pessoas até contam com orgulho os contactos nas redes sociais. Já aos 40, 50 ou 60, esse número raramente tem importância - o que passa a contar é quem realmente aparece quando é preciso. Nessa fase, muitos sublinham:

O que começa a importar na prática

  • menos, mas amigos de confiança

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